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O que é?O Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil constitui-se no inventário dos grupos de pesquisa científica e tecnológica em atividade no País. As informações nele contidas dizem respeito aos recursos humanos constituintes dos grupos (pesquisadores, estudantes e técnicos), às linhas de pesquisa em andamento, às especialidades do conhecimento, aos setores de aplicação envolvidos, à produção científica, tecnológica e artística e às parcerias estabelecidas entre os grupos e as instituições, sobretudo com as empresas do setor produtivo. Com isso, é capaz de descrever os limites e o perfil geral da atividade científico-tecnológica no Brasil. Os grupos de pesquisa inventariados estão localizados, principalmente, em universidades, instituições isoladas de ensino superior com cursos de pós-graduação stricto sensu, institutos de pesquisa científica e institutos tecnológicos. O Diretório possui uma base corrente, cujas informações podem ser atualizadas continuamente pelos atores envolvidos, e realiza censos bi-anuais, que são fotografias dessa base corrente. Fonte: Plataforma Lattes - CNPQ |
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Fonte: Harvard Business Review Brasil |
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Estimulando a demanda na "Economia da experiência" Escrito por: HBR
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Compartilhar não é só para startups
Escrito por:Rachel Botsman
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Mulheres, encontrem sua voz
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Liderança do Oceano Azul
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Nelson Mandela
John Updike |
Van Gogh
Martin Luther king |
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Dr.º Joaquim Barbosa
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Dr.º Enéas Ferreira Carneiro
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com a intenção de auxiliar e facilitar a produção de textos acadêmicos, como monografias, teses e dissertações, três estudantes de pós-graduação em Computação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criaram a ferramenta gratuita online FastFormat, que ajusta o texto dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).








Quando o Georgia Aquarium foi aberto, em 2005, era o maior aquário do mundo. Durante seu primeiro ano, mais de 3,5 milhões de visitantes foram ver suas atrações, que apresentavam cerca de 120 mil animais espalhados por 60 habitats em mais de 30 milhões de litros de água. “Não tínhamos de fazer nenhum marketing”, diz Carey Rountree, vice-presidente sênior de vendas e marketing. “Era o tipo de caso em que você fechava as portas e as pessoas entravam pelas janelas.” A procura era tão grande que os ingressos eram reservados antecipadamente — e a espera chegava a seis meses ou mais.
Há dois anos Peggy Fan
Em 2012 decidimos analisar sistematicamente o assunto. Começamos examinando avaliações de desempenho 360 graus que coletamos de 1.100 executivas no nível de vice-presidência ou superior — mais de sete mil pesquisas no total. Encontramos amplas evidências nos comentários de executivos e de seus colegas e gestores masculinos de que reuniões eram um grande problema. Para corroborar e atualizar o que vimos nas avaliações 360 graus, pesquisamos 270 executivas de 500 organizações elencadas na Fortune. Mais da metade relatou que reuniões eram uma questão importante ou “trabalho em andamento”.
Uma triste realidade sobre o local de trabalho: apenas 30% dos funcionários estão ativamente comprometidos em realizar um bom trabalho. De acordo com o relatório Situação do local de trabalho americano do Instituto Gallup de 2013, 50% dos funcionários simplesmente passam seu tempo na empresa, enquanto 20% demonstram descontentamento de forma contraproducente, influenciando colegas negativamente, faltando e afastando os clientes por oferecer serviço de má qualidade. O Gallup estima que apenas o grupo dos 20% custa para a economia americana perto de meio trilhão de dólares por ano. Qual razão.para a falta de engajamento?